Um dos maiores escândalos administrativos do Extremo Sul baiano chega ao TCM/BA com um apelo por justiça. O contrato milionário com a empresa Pentágono, firmado sem a devida transparência pelo prefeito Gilvan da Silva, está cercado de suspeitas que foram ignoradas até aqui pelo tribunal.
As denúncias, reforçadas por provas públicas e ausência de defesa por parte do gestor, configuram uma situação crítica. Mesmo assim, o Tribunal permanece inerte, permitindo a continuidade de um contrato que já nasceu sob forte suspeição.
O Pregão nº 012/2024 está no centro da polêmica. Os veículos anunciados não são vistos em atividade no município, e as promessas da empresa vencedora parecem ter sido apenas no papel. Tudo isso com a conivência do poder fiscalizador.
É hora de ação. O povo de Prado exige respostas. O TCM/BA precisa recuperar sua credibilidade e mostrar que está do lado da verdade e da justiça, e não da omissão institucional.
